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Musica Brasilis – Rio 450 anos de música

Exposição interativa traça trajetória da música tupinambá ao funk atual  

Este evento terminou

Musica Brasilis – Rio 450 anos de música

Data 03 Set 2014-02 Nov 2014

Horário de funcionamento ter-dom, 10h às 17h

Site de Musica Brasilis – Rio 450 anos de música

Espaço Tom Jobim
Rua Jardim Botânico 1008 – Jardim Botânico, Jardim Botânico

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Metrô Superfície

Uma viagem pela estrada musical de nosso país desde os primórdios tempos de Pedro Álvares Cabral. A ideia criativa de buscar as raízes sonoras surgiu da cravista e doutora em informática, Rosana Lanzelote, que queria contar de forma divertida a trajetória da música no Rio de Janeiro. A mostra “Musica Brasilis – Rio 450 anos de música”, em cartaz a partir do dia 3 de semtembro no Espaço Tom Jobim, traça um resgate completo sobre a prática musical desde os tempos dos índios tupinambás até os dias atuais com o funk contemporâneo.

O projeto é o resultado de uma pesquisa minuciosa ao longo de cinco anos. Alguns dos destaques são os compositores brasileiros Alberto Nepomuceno (150 anos de nascimento), Glauco Velasquez (100 anos de morte), Guerra-Peixe e Dorival Caymmi (100 anos de nascimento). Musica Brasilis convida o visitante à percorrer a linha do tempo interativa, entender como funciona a notação musical, por meio de partituras animadas e brincar de compor a sua própria música colocando peças em uma mesa. Estarão expostos diversos instrumentos, inclusive um raro piano de 1850, época em que o Rio se estabeleceu como a cidade dos pianos.

Além disso, vale conferir os trabalhos como o vídeo “Imagens da Música”, sobre a reconstituição dos cantos tupinambás anotados por Jean de Léry em 1557, passando pelos carros alegóricos que desfilaram no Carnaval de 1786, gravuras de Debret e Rugendas retratando escravos e suas práticas musicais, até grafites do século XXI; o documentário “A Árvore da Música” de Otávio Juliano; e quatro instalações interativas desenvolvidas em colaboração com a SuperUber, chamadas Mesa de compor, Mesa de Mix, Instrumentos e Criadores. Quem assina a cenografia da mostra é o arquiteto Hélio Eichbauer.
 

Escrito por Time Out Rio de Janeiro editors
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