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Trajetórias – Ingá

Exposição high-tech inaugura nova fase do Museu do Ingá, em Niterói  

Este evento terminou

Trajetórias – Ingá

Data 30 Nov 2014-25 Nov 2015

Horário de funcionamento Ter-sex, 12h-17h; sab,dom,feriados, 13h-17h

Site de Trajetórias – Ingá

Museu do Ingá
Museu do Ingá
Rua Presidente Pedreira 78, Ingá – Niterói, Rio de Janeiro, Niteroi

Para quem vai a Niterói, pontos turísticos como o Museu de Arte Contemporânea, a Praia de Itacoatiara e a Praia da Camboinhas são atrações imperdíveis no circuito da cidade. O que pouca gente sabe, é que um dos museus mais importantes do estado, principalmente no quesito histórico, fica na região. Mas isto está prestes a mudar. É o Museu do Ingá inaugura a mostra Trajetórias – Ingá: Do Palácio ao Museu do Estado,  totalmente interativa, que vai contar tudo sobre a cultura e história fluminense.

“Queremos colocar o Museu do Ingá na agenda dos museus. Ele fica num palácio muito  tombado, de 1860, que já foi sede do estado. Queremos chamar a atenção para a importância desse lugar. Contar a sua história, que merece ser reconhecida”, explica Mariana Varzea, superintendente da Secretaria de Estado de Cultura, uma das idealizadoras do projeto. A curadoria é de Carlos Fernando Andrade e Andrea Tello.

Apesar de ter um importante acervo, com mais de 4 mil peças - incluindo obras de Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti e Lucílio de Albuquerque -, a mostra não terá arte como foco, fará mergulho na história através da tecnologia. Com a participação da 32bits, empresa especializada em design interativo para museus e exposições, a mostra traz uma mistura do passado e futuro. O público poderá interagir através de ipads, acessar mapas, visitar acervo de objetos da cultura popular, ver fotos dos ex-governadores, ouvir discursos, gravar depoimentos (que depois irão para o Youtube) e até assistir ao Cine Fluminense - vídeos com trechos de cenas gravadas há mais de 50 anos em todo o estado.

A exposição é dividida em três etapas - parte cultural da região fluminense, trajetória política e projeções para o futuro, que terá a participação do público como elemento-chave. Para muitos ainda é desconhecido o fato que a região foi a capital do estado de 1903 a 1975. Por isso um dos principais focos é mostrar a importância e a valorização a cultura local, criando um novo diálogo com o público, além, de atrair gente mais jovem, dando novos ares e rumos ao lugar.

“O Ingá está passando por uma grande reformulação. Um novo projeto de fluxos e usos. Dentro dele, a história está sendo muito valorizada, tanto na trajetória cultural como política", explica a curadora Andrea Tello. "A exposição narra a transformação do palácio em museu e conta com o público para a idealização de novos projetos”. 

 

 

Escrito por Nice Jourdan
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