Time Out Rio de Janeiro

5 minutos com The Kooks

A banda britânica fará show na Lapa em maio para delírio dos fãs brasileiros

Em 2006, o vocalista Luke Pritchard (o segundo na foto) foi lançado na mídia como galã indie, da banda The Kooks, com o álbum batizado de In/Inside Out. O sucesso do disco provocou a reação natural do mundo da musica, gerando “rivais” como o Artic Monkeys.  Porém, o grupo   quase  teve fim sob a pressão de produzir um novo hit badalado. Os meninos chegaram a abandonar as seções já gravadas, perdendo membros do time, mesmo assim conseguiram deixar sua marca no Reino Unido com o segundo ábum, Knok (2008).


Knok e o álbum Junk of the Hearth (2011), tiveram estreia com um sucesso que pode ser considerado bem inferior ao primeiro álbum, mas o single Always Where I Need to Be e Naive, caíram no gosto da galera. A banda vem ao Brasil para  um show no Circo Voador, em maio. Para saber detalhes, a Time Out falou com o guitarrista Hugh Harris (na foto é o da direita), e descobriu de onde vem as inspirações coletivas da banda para esse momento.
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O que você está fazendo agora?
Está um dia ensolarado em Londres, então estou sentado aproveitando para tomar alguma coisa.

Você está ansioso para tocar as faixas do novo álbum?

Temos experimentado tocar o novo álbum o que ainda traz muita ansiedade. Fazia um tempo que o som não parecia bom.

Um monte de gente está querendo saber por onde você anda. O que deu errado nos anos que se passaram?
Como toda banda, nós passamos por uma fase tumultuada. Fomos fazer um disco e acabou que tudo terminou ali mesmo. Agora voltamos à estaca zero. Foi duro.

A banda esteve próxima de se separar?
Com certeza. Foi isso que nos tirou da beira do abismo. Mas na verdade eu amo tocar nesta banda. Você precisa acreditar no que você está fazendo. Depois, você pode avançar e seguir em frente.

Há uma luta para equilibrar suas raízes pop com ideias mais nobres?
Nós sempre fomos uma banda pop: que é o que somos e é a música que desejamos reproduzir. Não podemos querer mudar o pop. Mas nós gostamos de misturar influências clássicas. Nós amamos avançar.

Seu primeiro álbum, Inside In / Inside Out, teve uma repercussão enorme. Você se sente pressionado para repetir o mesmo sucesso?

Gostamos de negar esse sucesso, mas mesmo assim há muita pressão. Costumávamos dizer que a pressão faria bem aos artistas criativos, sem perceber que estávamos colocando pressão sobre nós mesmos. Aprendemos um pouco, nós crescemos, e hoje prezamos s a satisfação pessoal em escrever canções pops e lançá-las.

Muitas pessoas têm criticado vocês dizendo que suas músicas são deliberadamente escrita para o rádio.

Eu não vejo isso como uma crítica. O pior é que as pessoas levam isso a sério -  rádio é para tocar música, é para isso ela existe. É bobagem se preocupar com isso. Tem um monte de música underground fantásticas, e um monte que são asneiras. Do mesmo jeito, que tem um monte de música comercial fantástica, e também um muita  bobagem tocando por aí.

Escrito por Time Out Rio de Janeiro editors
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