Time Out Rio de Janeiro

Rio + Verde

 As 20 iniciativas amigas da natureza na cidade maravilhosa

O Rio evoluiu muito desde a conferência Eco 92, em particular desenvolvendo iniciativas ecológicas engajadas como o aluguel de bicicletas, programas de reflorestamento, a coleta de óleo nos restaurantes ou apenas programas voltados à conscientização da população. É claro que ainda há muito por ser feito, mas já existem grupos e projetos inteligentes em franca atividade. Inspirados pela conferência Rio +20, que volta à fazer da nossa cidade o principal palco de debates sobre o futuro do nosso planeta, conheça 20 iniciativas dinâmicas e ecologicamente corretas, eleitas pela nossa equipe, que reduzem o impacto ambiental e tornam esta cidade ainda mais maravilhosa:

+ 1 Compras

Loja Asta

A loja de comércio justo da Asta, em Laranjeiras, representa a criatividade, a habilidade e a força das cariocas de baixa renda. Contribuíndo com ideias e garantindo canais de distribuição e de geração de lucro, essa organização não governamental promove o trabalho de artesãs que fazem parte de uma rede de 33 comunidades carentes espalhadas pela cidade. A Asta procura engajar os consumidores a apoiarem essas comunidades, garantindo que o dinheiro seja distribuído entre elas e combatendo, assim, a desigualdade social local. Seu programa de reciclagem usa lixo de grandes empresas, como a Coca-Cola, para produzir itens com suas marcas (como máscaras carnavalescas por exemplo). Rua Mario Portela, 253, Laranjeiras. Horário Seg-Sex. das 10h às 19h. www.asta.com.br


+ 2 Móveis

Trapiche Carioca

Sustentabilidade no mundo do design ainda é uma raridade no Rio. Ao menos já ficaram para trás os tempos de florestas inteiras derrubadas apenas para fabricar piso de taco. No lugar dessa indústria, surgem hoje empresas preocupadas com a utilização de materiais de demolição que, por consequência, dispensam o uso de madeira nova, mesmo que seja de reflorestamento. A Trapiche Carioca, comandada há cinco anos pelo carioca Jorge Garcia, obtém material de demolição até mesmo do Pará, do tempo em que se extraía sem perdão árovres hoje raras como a  peroba rosa. Graças a este garimpo, Garcia consegue reciclar e criar mesas, cadeiras e prateleiras para clientes ecologicamente responsáveis. Rua Orestes 28, Santo Cristo (21) 2263 1759 Metrô Cidade Nova. Seg a Sab, 9h-18h. www.trapichecarioca.com.br


+ 3 Música

Sociedade Percussiva

Os tambores das oficinas de percussão de François Archanjo são contruídos a partir de materiais reciclados, misturando a energia dos ritmos afro-brasileiros com ideias socio- ambientalmente sadias. O pessoal do projeto Sociedade Percussiva testa materiais até então condenados a apodrecer: depois de tratados e muito bem limpos, objetos de diferentes tamanhos (como recipientes da indústria química, latas de óleo e telas) são capazes de produzir diferentes sons na forma de tambores. Secretaria de Gênero, Raça e Etnia, R. Joaquim Silva, 98. Lapa. (21) 9997-8411. Metrô Cinaliandia. Sáb, 19h-21h (aulas) Preço R$ 50 aulas avulsas, R$ 100/mês.


+ 4 Artesanato

Monica Carvalho

Esta galeria-ateilê fica no charmoso Bairro Peixoto, em Copacabana, e vende artesanatos finos feitos da natureza brasileira como sementes, fibras, troncos e palhas obtidos no Cerrado, na Amazônia e em outras florestas brasileiras certificadas. Colares e acessórios feitos de tamboril e móbiles para decoração feitos de madeira cedro certificada. Sementes e flores, como a índigo, servem como matéria-prima para tingir os tecidos. São quadros, luminárias e acessórios feitos de materiais orgânicos e 100% brasileiros (pulseiras e colares com fecho de carnaúba por R$ 28,00 até painéis de flor de Ibiruçu por R$4.000,00). Muitos dos produtos vêm semi-prontos de 

comunidades e tribos do Brasil afora e aqui ganham uma releitura mais contemporânea. O resgate de referências brasileiras, usando a própria natureza, é a essência deste trabalho. Rua Maestro Francisco Braga, 442, ap 101, Copacabana, 2547 9989. Metrô Siqueira Campos. Seg-Sex., 9h-18h.; Sáb.,sob consulta. www.monicacarvalho.com.br


+ 5 Escultura

Pedro Grapiúna

O artista baiano adotou Santa Teresa como lar em 1978, e seu ateliê virou referência de arte da reciclagem. Usando sucatas de ferro e aço encontradas pelas ruas, o Ateliê Pedro Grapiúna cria esculturas de até 2,5 metros. Um de seus temas preferidos é a forma feminina, flagrada em atividades cotidianas, que para ele lembram o seu passado humilde. As peças maiores podem chegar a R$ 3 mil. Os visitantes podem conferir todo o processo de produção, mas é bom ligar antes _vai que o Pedro saiu para caçar dobradiças...Rua Almirante Alexandrino 54b, house 5, Santa Teresa (21 9276 7097). Seg a Sab, 12h-15h. Grátis.


+ 6 Roupas

Movin

Movimento para desacelerar. Parece contraditório? Isso se você ainda não conhece a Movin. Uma marca que acredita no lado "easy going" da vida e, não sem razão, batizou com a palavra Easy sua nova coleção. Roupas fáceis de usar, confortáveis, cores neutras e tecidos orgânicos como bambu, linho e fio produzido a partir de pet reciclável. Jamais sem esquecer que o carioca também gosta de modelitos bacanas para vestir, o que dá à equipe de criação a tarefa de misturar sustentabilidade e moda numa receita carregada de desejo. Responsabilidade no consumo, lifestyle moderno-descomplicado para quem acredita que a mudança começa a partir de nossas próprias escolhas. Rua Visconde de Pirajá 351, Fórum de Ipanema, segundo andar, 2135-3396. Seg. e Sex., 9h-20h; Sáb. 9h-18h www.startmovin.com.br


+ 7 Arte

Andréía Junqueira

A filosofia por trás da arte sustentável de Andréia Junqueira é baseada em três Rs: Redução, Respeito e Responsabilidade. Ela se inspirou na ideia do filho de criar brinquedos usando lixo e transformou sua casa em um estúdio de produção permanente, usando todos os tipos de materiais. O resultado são criações como mesas de PET e obras de arte feitas a partir de palitos de dente. Com exposições realizadas no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) e em países como Itália, Peru e Japão, a artista espera chamar a atenção das criancas para o cuidado com o ambiente. www.andreiajunqueiraarteereciclagem.webs.com


+ 8 Moda

Osklen

A marca carioca é considerada de vanguarda por seus modelos arrojados e desfiles disputados a tapas pelos fashionistas de plantão, mas não é só de passarela e editorial de moda que vive a Osklen. Em parceria com o projeto e-fabrics do Instituto-e, a marca lançou a coleção A21, batizada em homenagem à Agenda 21, documento elaborado na Rio-92. A equipe de estilo pesquisou e descobriu que tendência mesmo é usar materiais sustentáveis, criando peças com pele de pirarucu e salmão, fibras de algodão e seda orgânicos, além de lona ecológica e tingimentos naturais. Sustentabilidade e criatividade andam juntos: o Instituto e é o braço sustentável da marca e desenvolve seus próprios produtos sempre em busca de novos parceiros. Eterna simpatizante do surf, a marca desenvolveu a primeira prancha ecológica do país. Lembra daquela vegetação da praia de Ipanema que estava sumindo das dunas? Voltaram, graças ao replantio coletivo iniciado pelo mesmo pessoal. O sustentável, além de cool, está mesmo na moda. www.osklen.com


+ 9 Design

Fibra Design

Os meninos da Fibra Design resolveram aproveitar sua busca por recursos sustentáveis para desenvolver produtos com design contemporâneo, usando apenas matérias-primas e processo de produção sustentável. Em parceria com o Instituto-e criaram uma linha de móveis, a Celebrated Wood. Na coleção, restos de fibra de coco se transformam em, por exemplo, encostos de cadeira. Referência na busca por alternativas de consumo, o escritório dá palestras sobre empreendedorismo sustentável, pesquisa materiais para a Embraer, além de produzir conteúdo para o blog de sustentabilidade da Siemens. O escritório fica no andar de cima de um casarão tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional. No andar de baixo fica a oficina, cheia de ripas e blocos de compensado de pupunha e mambu. R. Senador Pompeu, 82. Centro (21) 2233-3126. www.fibradesign.net


+ 10 Mobilidade

A invasão das bicicletas cor de laranja


Mesmo depois do governador Sérgio Cabral ser fotografado, em 2008, pedalando uma bicicleta pelas ruas de Paris, a idéia de uma iniciativa pública de aluguel de bicicletas no Rio sempre foi encarada por todos como um sonho distante, quase impossível. Afinal, era mesmo difícil imaginar a possibilidade de pegar uma bicicleta de um lado da cidade e deixá-la em outro sem o risco de ciclista ou bicicleta terminarem furtados.  O primeiro esforço neste sentido redundou em fracasso, culpado pela má distribuição e o vandalismo das poucas bikes. Após o projeto ter ganhado patrocínio de uma grande marca, o Banco Itaú, no entanto, o sonho transformou-se em realidade, com centenas de magrelas cor de laranja circulando pela orla carioca.

De surfistas aos empresários de gravata, todos parecem ter adotado as bikes, pressionando naturalmente a prefeitura a melhorar os 250 quilômetros de ciclovias da cidade. A tecnologia sem fio, que permite aos usuários liberarem as bicicletas com uso do telefone celular, é movida a energia solar em todas as 60 estações. Agora a única coisa que falta é a expansão para o norte e centro da cidade. A partir de R$ 5 por dia uma bicicleta laranja pode ser sua! Mais informações em www.mobilicidade.com.br


+ 11 Cicloativismo

Nuvem


Baladeiros, ciclistas, pais e filhos aderiram a um novo tipo de festa, que vem tomando as ruas cariocas. O nome da balada não poderia ser mais sugestivo _ Nuvem. Desde que criou o conceito, em 2011, o time formado por sete DJs e artistas tem organizado eventos cada vez mais elaborados e divertidos, do Leme ao Campo de Santana. Eles definem um ponto de encontro para as pessoas irem de bike ou a pé, todos com o objetivo de se juntarem para uma festa (sempre em um local público e ao ar livre). A música fica por conta dos laptops e qualquer um com um rádio portátil pode sintonizar e participar do sistema de som. Além da emissão zero na locomoção de seus participantes, todos são incentivados a trazer seus sacos de lixo, para não deixar nem mesmo uma bituca de cigarro para trás. www.facebook.com/nuvemmovel.


+ 12 Comunidade

Morro da Babilônia


Em 2000, as encostas do Morro da Babilônia estavam desmatadas e sem cor, depois de uma tentativa frustrada de reflorestamento no final dos anos 80. Doze anos mais tarde, a flora e fauna nativas estão voltando a reviver graças a um projeto liderado 

pela comunidade local, que plantou cerca de 250 mil mudas e arbustos no morro. “Sem isso a erosão seria muito maior e a qualidade dos ar muito pior para os bairros vizinhos, mas as pessoas se esquecem disso” conta Rodrigo Gaburro Trevisal, engenheiro ambiental do Co-op Babiônia. Ladeira Ari Barroso, 164. Leme. (21) 2542-0063.www.coopbabilonia.com


+ 13 Água

Projeto Lagoa Limpa


Formada pela água da chuva que desce dos morros e apartada do mar pelas areias de Ipanema, a Lagoa Rodrigo de Freitas começou a ser poluída como o crescimento dos bairros que a cercam. O impacto em sua população de peixes começou a ser visto neste século, com dezenas de toneladas de peixes boiando sob as águas. A fim de reverter os danos provocados pelo manejo incorreto da água, o projeto Lagoa Limpa utilizou câmeras para descobrir mais de 50 conexões ilegais de esgoto. Os detritos já estão bastante reduzidos graças a este projeto carioca, idealizado pelo grupo EBX. Centro de Informações Encontro das Águas, Avenida Borges de Medeiros 1444, Lagoa (21) 2334 9442). Diariamente, 10h-19h. Grátis. www.lagoalimpa.com.br


+ 14 Comida Sustantável

Casarão 1881

O Centro do Rio está caindo cada vez mais no gosto do carioca e dos amantes da cidade maravilhosa. Hoje, nos arredores da Praça XV, estão os melhores museus, centros culturais e prédios históricos, além de excelentes restaurantes e bares. O Casarão 1881 é uma ótima opção para quem quer fugir da correria e da comida por quilo. O restaurante fica em um sobrado antigo, onde funcionava uma fábrica de tecidos, inaugurada em 1881. O menu criado pelo restaurante é sustentável: as receitas são preparadas com cascas de frutas e talos e tem como objetivo diminuir o lixo orgânico e evitar o desperdício. Bolinho de casca de batata, farofa de talos de agrião, doce de casca de melancia, doce com casca de banana e refrigerante caseiro, feito com casca de laranja, são algumas das delícias que surpreendem o paladar dos clientes, enquanto diminuem consideravelmente o lixo orgânico do restaurante.
Rua do Mercado, 37, Centro, 2509-3970. Seg., 12h-18h; Ter-Sex., 12h-até o último cliente; 2º sáb. do mês, 12h-18h. R$ 13 - R$ 45.www.casarao1881.com.br


+ 15 Movimento

Rio Eu Amo Eu Cuido


É um movimento de voluntários apaixonados pelo Rio que visa conscientizar e mobilizar cariocas e entusiastas para pequenos gestos de cidadania. As ações vão desde ensinar os fumantes a jogarem as bitucas no lixo, transeuntes recolherem lixos sem dono do chão até incentivar o uso de transportes públicos e bicicletas.
Exemplos como o mutirão de limpeza, no Arpoador, chegou a reunir mais de 100 voluntários que colaboraram na remoção de pichações, coleta de lixo nas pedras e no mar e recuperação da vegetação nativa.
A acão Rio mais limpo, juntou 600 voluntários, que recolheram mais de 55 toneladas de lixo do Morro da Formiga e no Morro do Macaco. Para participar, basta fazer o cadastro no site ou, se preferir, deixar sua doação direto no site. A partir de R$70 você adquire a camiseta do “Rio eu Amo eu Cuido”.
www.rioeuamoeucuido.com.br


+ 16 Restaurante

Via sete

Este restaurante preza por pratos saudáveis e ingredientes de boa quailidade. Grelhados de carnes nobres são combinados com acompanhamento tipo “natureba” que vão desde saladas orgânicas à porção de quinôa, palmito pupunha, purês entre outros. O ambiente do restaurante é inspirado nas florestas e desenhos de grafite de árvores e plantas. As mesas, paredes e cadeiras são feitas de madeira certificada, retirada da floresta de forma ecológica e socialmente justa, sem prejudicar a biodiversidade local e respeitando os impostos e direitos trabalhistas. Todas as unidades seguem o engajamento ambiental como a reciclagem de óleo de cozinha, papel, garrafas PET e lixo. Sugere-se a doação de R$ 1 na conta de cada cliente à ONG WWF-Brasil, de quem o restaurante orgulha-se de ser parceiro desde 2007. Rua Ataulfo de Paiva, 1.240, Leblon, 2529-2253.Dom-Qua, 12h-0h; Qui-Sáb., 12h-1h. www.viasete.com.br


+ 17 Feiras

Circuito Carioca de Feiras Orgânicas

É uma iniciativa dos próprios cariocas, em parceria com a prefeitura, e a associação de Agricultores Biológicos do Estado do Rio de Janeiro, para estimular as feiras orgânicas na cidade. Não há venda de peixes ou outros tipos de carne. São instalados banheiros químicos e, segundo os organizadores, os preços dos produtos são, em média, 35% mais baixos do que os dos vendidos em supermercados. Com o apoio direto aos agricultores locais, os cidadãos passam a participar também diretamente na preservação do meio ambiente, incentivando o comércio local e a redução na poluição do ambiente pelo deslocamento dos produtos até o consumidor final. Além disso as feiras se comprometem com a gestão de resíduos, pois o lixo orgânico gerado é reutilizado para adubo. As feiras que participam do Circuito são: a Feira Orgânica de Ipanema (Praça Nossa Senhora da Paz , Ipanema, terças- feiras, 9h-14h), Feira Orgânica do Bairro Peixoto (Praça Edmundo Bittencourt, Copacabana, Sábados, 9h-14h), a Feira Orgânica do Leblon (Praça Antero de Quental, Leblon, Quintas-feiras, 7h-13h), a Feira Orgânica do Jardim Botânico (Praça da Igreja São José da Lagoa, Jardim Botânico, Sábados, 8h-14h) e a Feira Orgânica e Cultural da Glória (Rua do Russel, Glória, Sábados, 7h-13h).


+ 18 Orgânico

Vegana Chácara


De que se tem notícia, Jan foi o primeiro a vender quentinhas vegetarianas orgânicas no Rio, há mais de 20 anos atrás. A partir daí a qualidade da sua comida balenceada foi ganhando tantos adeptos que ele montou o seu próprio restaurante, tornando-se hoje referência, juntamente com a nutricionista Thina izidoro, desse tipo de culinária na cidade. O restaurante fica numa rua pacata, escondida no meio do caos de Botafogo, com um jardim rústico que remete a uma chácara fora da cidade. Seus pratos ganham simpatia tanto dos ecológicos de plantão quanto dos bons de garfo, pois suas receitas remetem a pratos tradicionais da culinária brasileira como feijoada, moqueca, bobó ou vatapá. A filosofia aqui é manter uma alimentação balanceada e uma relação saudável com o meio ambiente. O restaurante apoia as cooperativas de alimentos orgânicos da região.
Rua Hans Staden, 30,Botafogo, 8599 7078. Metrô Botafogo. Seg-Sex 12h-15h. R$ 17,50 Prato inteiro: R$ 23,00


+ 19 Bar

Palaphita Kitch


As mesas e espriguçadeiras espalhadas pelo jardim são feitas de madeira de reflorestamento, fibras naturais de sapê piaçava e taboa decoram o ambiente à meia luz econômica de 12V, alimentada pelo próprio gerador eólico. A energia solar também aquece a água usada no preparo dos alimentos enquanto o oléo, o vidro e o alimíno são 100% reciclados. Há passeios de barco pela lagoa no pôr do sol e o barco usado é movido a energia elétrica. Este lugar é cheio de personalidade. Muito diferente da maioria dos quiosques espalhados pela cidade, com cadeiras de plástico e guarda-sóis patrocinados por marcas de cerveja; aqui o bom gosto impera. Sua localização privilegiada, na beira da Lagoa Rodrigo de Freitas, oferece uma vista ampla para o Cristo Redentor e a Pedra da Gávea. O menu é inspirado nos ingredientes da Amazônia: mangarataia, tucupi, jambu entre outras pérolas. Avenida Epitácio Pessoa s/n, Quiosque 20, Parque do Cantagalo, 2227 0837. Metrô Cantagalo. Dom-Qui., 18h-1h; Sex-Sáb., 18h-3h. Chopp R$5,50; Caipirinha R$11.


+ 20 Floresta

Parque Nacional da Tijuca


Em nenhuma outra metrópole do mundo é possível encontrar uma floresta tão grande quanto a Floresta da Tijuca, que cobre uma área de cerca de 3.200 hectares de Mata Atlântica no coração da cidade do Rio de Janeiro. Com diversas espécies de flora e fauna, o Parque oferece vários tipos de atrações para os visitantes como mirantes, cachoeiras e trilhas. O Parque Nacional foi fundado em 1861, após um processo de desapropriação territorial e de reflorestamento, que propiciou a regeneração natural da vegetação.
Hoje, a Associação dos Amigos do Parque Nacional da Tijuca, organização da sociedade civil sem fins lucrativos, é um dos maiores exemplos de mobilização dos cidadãos em favor do meio ambiente na cidade. Com a finalidade de contribuir com a adequada preservação deste patrimônio, a associação promove um programa de voluntários para manutenção de trilhas, manejo da flora, patrulha ambiental, conscientização dos visitantes quanto à conduta consciente em ambientes naturais e mutirões de limpeza uma vez por mês nas trilhas.
Estrada da Cascatinha, 850, Alto da Boa Vista, 2492.2253. Seg-Dom., 8h-17h (18h no verão). Entrada Franca. www.parquedatijuca.com.br

Escrito por Time Out Rio de Janeiro editors
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