Time Out Rio de Janeiro

O Rio por Rodrigo Penna

DJ e produtor pronto para a oitava temporada do Bailinho 

Era 2007 quando o multitalentoso Rodrigo Penna criou uma das festas mais bombadas da cidade. O Bailinho já passou por diversos cenários, várias pistas, convidou gente de tudo quanto é canto para mostrar seus dotes como DJ. E a fórmula segue. A temporada de verão vai de 27 de dezembro à 7 de fevereiro, para apenas quatro edições a cada 15 dias, que prometem lotar o anexo do Armazém 4, no Porto Maravilha.

“O Bailinho é uma festa que as pessoas sabem que poderão dançar de tudo. Por isso, tantos clássicos, mas também sempre gosto de trazer músicas que apontam novos caminhos e estilos”, explica Rodrigo. E completa “Adoro essa gincana criativa dos bailes. Sempre que preparamos mais uma volta, uma re-volta dá uma ansiedade gostosa e muita vontade de ver a pista cheia de gente curtindo. Pra mim é isso que vale".

Se você fosse um lugar no Rio de Janeiro, você seria?
Acho que seria a Lagoa. E me casaria com as Paineiras.

Uma música que seja a cara da cidade ou que te faça lembrar do Rio quando está viajando?
Cazuza, todas.

Uma saudade?
Meu tempo como ator, fazendo teatro de rua nas praças. Tiradentes, Jóckey, Cinelândia, Largo do Machado e tantas outras, no meio da multidão ou na solidão de um dia de chuva. Bons tempos! A gente ia mudar o mundo com teatro!

O melhor do Rio?
A luz do outono, as ruas do centro antigo, os dias de inverno.

O que na cidade "não está fácil para ninguém"?
Acreditar nos governantes, transporte, segurança, e o desprezo com a cultura.

Uma personalidade carioca?
O poeta Chacal

O dia ou a noite?
O fim do dia.

MPB, samba ou funk?
Tudo tem hora certa.

Um lugar no Rio para...:

Fugir? 
Meu sofá da sala.

Fazer compras? 
É um mal necessário, mas perto de casa.

Comer bem?
Mira, na Casa Daros, e a casa da minha mãe, comidinha da Carmem.

Se divertir?
Onde estiver a vontade para isso. Seja em casa, de amigos ou minha, seja no Rebouças.

Descansar?
Areia da praia do Leblon , fim de um dia de muito trabalho no verão.

Se apaixonar?
Um banco no calçadão da praia, qualquer praia, a sua praia, a sua mulher, ou os seus pensamentos, numa noite de outono, brisa boa vinda do mar e a imensidão escura do além mar.

Pegar uma praia?
Leblon e Praia Vermelha.

Se inspirar?
Voltinha de lambreta pela Lagoa, madrugada, sem pressa alguma, ouvindo um som.

Ver o pôr do sol?
Da janela de casa ou Arpoador.
 

Escrito por Bruna Velon
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