Pete Tong

 Os excessos da geração dos DJs dos anos 1990 não o afetaram

Divulgação
DJ Pete Tong

Cinquentão, mas ainda descolado. Se não fosse superatual, Pete Tong não teria conseguido manter seu programa de música eletrônica na BBC Radio One, no Reino Unido. Apesar de ter emprestado o nome ao filme Ritmo Acelerado (It’s All Gone Pete Tong), sobre um DJ decadente que fica surdo, este profissional completo nunca perdeu o dom. Os excessos da geração de DJs dos anos 1990 não o afetaram: enquanto outros se acabavam nas drogas e baladas, Pete Tong passou por um divórcio, se casou com uma modelo brasileira e comprou uma mansão em Ibiza.

Para Tong, os negócios e a música, em medidas iguais, sempre foram o principal – “negócios” significa equilibrar uma percepção acurada do que é novo e descolado e do que é comercial; e se certificar de que está trabalhando com as pessoas certas nos lugares certos. Quando a temporada de Ibiza começa, ele inicia sua balada na Eden, a Wonderland. E agora ele também faz discos, com o produtor Paul Rogers na dupla Tong and Rogers, remixando nomes como Kings of Leon e Underworld e lançando suas próprias batidas.

Como em tudo em sua carreira, ele faz isso muito bem. Portanto, no penúltimo show de sua temporada, em abril 2011, no clube DISCO, no Itaim, prepara-se para ouvir um set que combina sons moderníssimos com verdadeiros hinos que mantêm a multidão animada – uma mistura que com certeza continuará sempre acelerada.

Escrito por Time Out São Paulo editors
 

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