Questão de Tempo: crítica do filme

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Universal Pictures/Divulgação
Cena do filme 'Questão de Tempo'

O desajeitado e jovem britânico Tim (Domhnall Gleeson) não quer nada além de encontrar o amor de sua vida. A imigrante americana Mary (Rachel McAdams) se enquadra direitinho. Até aí, a velha fórmula de comédia romântica, mas tem uma pegadinha: como todos os homens de sua família, Tim pode viajar no tempo, o que lhe permite corrigir qualquer erro que cometa.

O roteirista e diretor Richard Curtis (Simplesmente Amor) se diverte criando essa premissa simples em Questão de Tempo. Em uma cena inicial, o patriarca Bill Nighy explica, hilariamente, o segredo dessa habilidade especial, que está em cerrar os punhos em vez de usar uma máquina do tempo.

Mas não demora muito para o filme se transformar em um mela-cueca masculino, com várias deixas musicais de dar vergonha – com exceção de Gerry, de Gus Van Sant, é hora de os cineastas aposentarem a música ‘Spiegel im Spiegel’, de Arvo Pärt. E opiniões sexistas realmente repulsivas: todas as personagens femininas são brinquedos inconscientes manipulados pelos homens com capacidade extratemporal.

Escrito por Keith Uhlich

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Duração 123 minutes

País de origem Reino Unido

Ano de produção 2013

Classificação Not available

Estreia 20 Dez 2013

Diretor Richard Curtis

Elenco Rachel McAdams, Bill Nighy, Domhnall Gleeson, Tom Hollander.

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