Gloria: crítica do filme

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Imovision/Divulgação
Paulina García em 'Gloria'

Gloria (Paulina García) é uma divorciada cinquentona ou sessentona que busca homens mais velhos no universo de solteiros de Santiago. Como ela está feliz com o emprego e se dá bem com seus filhos já crescidos, contenta-se com aventuras amorosas de uma noite. Daí ela conhece Rodolfo, um executivo gentil e de fala mansa que claramente a adora, mas que carrega uma bagagem consigo.

O belo longa de Sebastián Lelio conta com atuações sutis e plausíveis, principalmente a de García como a protagonista obstinada e que gosta de diversão, mas que às vezes é solitária. Embora funcione mais como estudo de personalidade, o filme também é bem sucedido como variação honesta e incomum da história de amor tradicional do cinema – parece especialmente verdadeiro sobre as dificuldades de se recomeçar após anos de vida familiar estabilizada.

Paralelamente, também é forte como retrato de um segmento confortável da sociedade chilena, que ainda não sabe como lidar com sua história recente. Há apenas alguns momentos que não convencem: especialmente a previsível cena de encerramento que parece arrumada e manipuladora demais.

Escrito por Geoff Andrew

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Duração 110 minutes

País de origem Chile/Espanha

Ano de produção 2013

Classificação Not available

Estreia 31 Jan 2014

Diretor Sebastián Lelio

Elenco Paulina Garcia, Sergio Hernández, Coca Guazzini, Antonia Santa María

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