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Cine Phenomena Especial Rock

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Cine Phenomena Especial Rock

Preço Grátis. Ingressos na bilheteria do CCSP 1 hora antes do filme. Limite de 2 ingressos por pessoa. Não haverá venda online.

Data Dom 16 Jul

Horário de abertura 17h e 19h.

Rua Vergueiro, 1000, Paraíso

Telefone (11) 3397-4002

Estações próximas
1, Vergueiro

Projeto mensal especializado em exibições de filmes de fantasia, horror e ficção, o Cine Phenome traz para sua edição especial do Dia do Rock dois grandes clássicos cult: Submarino Amarelo, animação estrelada pelo quarteto mais famoso da história do rock, os Beatles; e The Rocky Horror Picture Show, musical que se transformou em um dos maiores fenômenos da telona com sessões da meia-noite históricas pelo mundo a fora.

Confira a programação com sinopses:

17h - Submarino Amarelo (Yellow Submarine, Reino Unido/EUA, 1968, 85 min, livre, Bluray, legendado). Direção: George Dunning. Elenco: Paul McCartney, George Harrison, Ringo Starr, John Lennon.
Yellow Submarine é, antes de tudo, uma grande viagem no melhor estilo do ditado “quem se lembra da década de 1960, não viveu a década de ‘60”. Desde o início o clima é de sonho, de uma viagem ultracolorida de LSD. Em meio a essas tantas cores, temos alguns elementos da pop art que apenas deixam esse cenário mais psicodélico. O filme é uma miscelânea lisérgica. tem pop e op art, Magritte, Escher, Warhol e Klint.. tem colagens, gravuras, filme, fotografia, animação.. multicolorido, o arco-íris na mesma época foi incorporado à cultura hippie e serviu de bandeira ao movimento aquariano. Além de tudo isso, esta versão digital restaurada apresenta a sequência inédita de 'Hey Buldog'.

19h - The Rocky Horror Picture Show (Reino Unido/EUA, 1975, 100 min, 16 anos, Bluray, legendado). Direção: Jim Sharman. Elenco: Tim Curry, Susan Sarandon, Barry Bostwick.
Em um mercado que estava apenas começando a se acostumar a um ambiente comercial mais “hostil” a filmes inofensivos e mais “receptivo” a obras alternativas (um processo que seria retraído e retomado várias vezes entre 1975 e hoje em dia), Rocky Horror trouxe uma proposta selvagemente “inapropriada” para o grande cinema e ganhou uma penca considerável de seguidores fieis no processo. A ambiguidade sexual que os mais puristas provavelmente veriam como “profana” é tornada sagrada em Rocky Horror, um filme que faz referência a terrores kitsch do começo de Hollywood (os filmes do famoso “pior diretor da história”, Ed Wood, são grande influência da estética e estrutura do musical), mas escolhe martirizar ao invés de vilanizar o seu cientista louco, um anti-herói que prega a liberdade sexual e libidinosa de uma diva burlesca enquanto se entrega aos impulsos mais pseudo-bregas do roteiro e da concepção do filme de Sharman.

Escrito por Time Out São Paulo editors
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