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Minions: crítica do filme

Não existe uma criança no mundo que não amará 'Minions'

Por mais que se esforçassem em criar uma história atraente nos dois filmes da série de animação Meu Malvado Favorito, as estripulias nonsense dos minions sempre comandaram o show. E era óbvio que as criaturinhas amarelas que possuem uma linguagem própria incompreensível (mas que todo mundo entende) ganhariam um longa só para eles. E isso pode ser uma coisa boa e ruim ao mesmo tempo.

O bom é que em Minions passamos mais tempo com o grupo de baixinhos amalucados. O ruim é que as piadas que antes eram encaixadas nos momentos certos, banalizam-se com a superexposição. É claro que há momentos de pura diversão embalada por uma ótima trilha sonora de rock dos anos 1960, mas a repetição de algumas situações pode transformar um filme de 90 minutos em uma experiência cansativa. Pelo menos para os adultos.

As crianças, por sua vez, vão se esbaldar. Elas não vão rir de algumas referências da era do paz e amor, mas ficarão vidradas pela doçura trapalhona de Stuart, Kevin e Bob, o trio de minions que deixa a tribo à procura de um novo mestre maligno para servir.

Mesmo longe de atingir a qualidade de animações como Toy Story, Monstros S.A., Wall-E, Procurando Nemo e UP – Nas Alturas, todas da concorrente Pixar, o desenho da Universal tem tudo para ser o melhor desta temporada de férias. Certamente tem muito mais apelo para a criançada que Divertida Mente

Escrito por Rafael Argemon
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