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O Exterminador do Futuro – Gênesis: crítica do filme

Filme se dá bem ao trazer personagens icônicos da série de volta e de saber rir de si mesmo

Após o frustrado O Exterminador do Futuro - A Salvação (2009), a franquia ganha uma sequência digna da série. Não chega a ser boa como O Exterminador do Futuro 2 - O Julgamento Final (1991), mas consegue ser bem sucedida principalmente por investir nas referências aos dois primeiros filmes da saga, quando ela ainda era comandada por James Cameron. Espere encontrar personagens marcantes como o T-800 (Arnold Schwarzenegger), o T-1000 (Byung-hun Lee), Sarah Connor (na versão mirrada de Emilia Clarke) e Kyle Reese (Jai Courtney).

Por conta disso, O Exterminador do Futuro – Gênesis é mais indicado para iniciados. Quem não se lembra das tramas dos filmes de 1984 e 91 pode ficar um pouco perdido. Mas uma coisa é certa, a diversão está garantida. E as risadas também! O roteiro investe no humor em dose certa, lembrando o expectador de que Schwarzenegger já investiu mais em sua veia cômica. Aliás, como não ser engraçado ao interpretar um robô envelhecido e que mesmo depois de tantos anos ainda fala inglês com sotaque alemão?

A escolha da baixinha Emilia Clarke – conhecida mundialmente por interpretar Daenerys Targaryen na série Game of Trones – não foi das melhores. Principalmente porque ela faz a Sarah Connor “treinada” do período enfatizado no segundo filme da série, ficando à sombra da versão sarada de Linda Hamilton. Contudo, tirando isso e o final estilo filme de Sessão da Tarde, O Exterminador do Futuro – Gênesis entrega boas sequências de ação, traz de volta personagens icônicos da franquia e sabe quando rir de si mesmo. Prepare a pipoca!

Escrito por Rafael Argemon
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