Time Out São Paulo

Festival de Jazz ​Manouche

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Festival de Jazz ​Manouche

Preço Couvert Artístico, R$ 15.

Data Dom 05 Jul 2015

Horário de abertura 11h-14h.

Bar Paribar
Praça Dom José Gaspar, 42, República

Telefone 3237-0771

Estações próximas
Anhangabaú

O festival, que acontece entre os meses de junho e julho no restaurante Paribar, traz bandas do estilo manouche, que ficou conhecido pelo guitarrista Jean 'Django' Reinhardt. Django foi o primeiro jazz man europeu a influenciar músicos norte-americanos. Ele era o mais destacado entre um grupo de músicos ciganos que trabalhavam ao redor de Paris na década de 1930.

Considerado um dos melhores e mais influentes guitarristas de todos os tempos, ele também influenciou vários músicos e ajudou a criar o gypsy jazz. Django é tido como um dos pais do jazz e também um dos primeiros guitarristas não negros da Europa. De descendência cigana, Django nasceu na Bélgica e acompanhou sua caravana até chegar aos arredores de Paris. Seu estilo musical deu-se a partir de um incêndio, quando o músico perdeu a mobilidade de dois dedos da mão esquerda, o que o forçou a desenvolver uma técnica própria ao tocar o violão.

Confira a programação completa do festival:

05 de Julho – Trio ​M​anuche
O Trio Manouche, formado em 2014, grupo é um legítimo representante do jazz cigano na terra do samba, do choro e da bossa-nova, o Trio Manouche já se firmou como um dos expoentes da vertente jazzística popularizada por Django Reinhardt e Stephane Grappelli. No show, além dos clássicos do gênero já cristalizados por várias gerações de intérpretes, também serão apresentadas versões do cancioneiro popular brasileiro interpretadas segundo o estilo manouche. Obras de Adoniran Barbosa, Ari Barroso e Luiz Gonzaga estarão no repertório.

Dia 07 de junho - Acústicos Loucos
O violão cigano é o instrumento que, por si só, representa a essência da sonoridade manouche: numa formação inusitada com apenas três violões ciganos, os Acústicos Loucos apresentam os grandes temas do repertório de Django Reinhardt e seu legado musical, assim como pérolas da música popular brasileira adaptadas a esse estilo com muita criatividade e descontração. Liderados pelo expoente do violão cigano no Brasil, Bina Coquet, o trio conta também com o talento de Flavio Nunes e Rafael Rodrigues.

Dia 14 de junho - Musette Jazz Trio
O Musette Jazz Trio tem como proposta interpretar clássicos da música brasileira e internacional no estilo dos tradicionais grupos dos Cafés Parisienses, com a formação de baixo acústico, violino e acordeon. Com um repertório variado, que inclui as alegres valsas musettes, temas de jazz, chorinhos, baladas e tangos, o grupo inclusive tem como proposta fazer releituras de clássicos da MPB e da música internacional no estilo dos trios parisiense das décadas de 1920 e 1930. O grupo é formado por versáteis músicos de São Paulo e Campinas, acostumados a transitar com naturalidade por diversos estilos, com Daniel Grajew no acordeon, Ernani Teixeira ao violino e Gilberto De Syllos no baixo acústico.

Dia 28 de junho - Hot Jazz Club
Inspirado pela sonoridade ‘Hot Club’, o grupo inclui sempre em seu repertório alguns clássicos do jazz manouche, sobretudo os grandes hits que consagraram o gênio de Django Reinhardt assim como o estilo de Stéphane Grappelli. Longe, porém, de se ater ao papel de ‘cover’, o grupo apenas se utiliza dessa linguagem específica para desenvolver a sua vocação fundamental, que é a de promover releituras de temas originalmente escritos em outras linguagens. Sempre fez parte da atitude essencial do jazz a ideia de reler com liberdade, humor e improvisação temas conhecidos pelas pessoas e advindos de substratos culturais mais populares. Os primeiros jazzistas executavam versões improvisadas de sucessos do teatro de variedades e dos salões de baile; mais tarde esse mesmo importe continuou com os sucessos da Broadway e de Hollywood.

Escrito por Time Out São Paulo editors
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