Time Out São Paulo

Popload Festival 2017

Este evento terminou

Popload Festival 2017

Preço de R$ 180 até R$ 500

Data Qua 15 Nov 2017

Horário de abertura 12h-23h30.

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Memorial da América Latina
Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664, Barra Funda

Telefone 3823-4600

Estações próximas
Barra Funda

Após trazer a São Paulo bandas do quilate de Wilco, The XX, The Libertines, Belle & Sebastian, entre muitas outras, a nova edição do festival de música alternativa traz o grupo francês Phoenix, os ingleses PJ Harvey e Daughter, o americano Neon Indian e os brasileiros Carne Doce e Ventre.

Phoenix
Gigante do indie-francês, a banda Phoenix tornou-se um fenômeno com o seu hit 'Lisztomania', de 2009. O grupo já estava no quarto disco na época, mas foi Wolfgang Amadeus Phoenix que levou o grupo a tocar em todas as festas e festivais do mundo. Formada por Thomas Mars (vocal), Deck d’Arcy (baixo), Christian Mazzalai (guitarra) e Laurent Brancowitz (guitarra), a banda não lançava um disco de inéditas desde Bankrupt!, de 2013, quando em junho deste ano apresentou Ti Amo, álbum com um pé nas raízes europeias e latinas do grupo e o outro na “italian disco”.

PJ Harvey
Uma das maiores divas da música alternativa hoje, PJ Harvey pegou o mundo da música de surpresa quando surgiu, no comecinho dos anos 1990, com suas letras desafiadoras e seu post-punk com influências diretas de Patti Smith, Television e Pixies. Cantora, compositora, escritora, poeta e multi-instrumentista, começou a compor aos 17 anos. Seu elogiado nono disco, Hope Six Demolition Project, lançado em abril do ano passado e indicado ao Grammy, faz parte de um projeto ambicioso: a cantora dividiu o seu tempo entre Afeganistão, Kosovo e Washington para analisar, em forma de música, os efeitos do mundo imperialista.

Daughter
O trio britânico de dream-pop e indie-folk Daughter está na estrada há sete anos e é formado pela inglesa Elena Tonra, pelo guitarrista suíço Igor Haefeli e pelo baterista francês Remi Aguilella. A voz épica, melancólica, poderosa e ao mesmo tempo frágil de Tonra é a marca registrada da banda. No ano passado, o grupo lançou o álbum Not to Disappear, gravado em Nova York e produzido por Nicolas Vernhes (Animal Collective, Deerhunter e The War On Drugs). O disco aponta uma nova direção sonora e traz influências de PJ Harvey, Radiohead e Sigur Rós.

Neon Indian
Um dos grupos eletrônicos mais bombados do final dos anos 2000, Neon Indian é, praticamente, obra de um homem só. Formada nos EUA pelo gênio do synth-pop, o artista mexicano Alan Palomo, a banda apresentou ao mundo o gênero “chillwave”, termo inventado para o seu dream-pop retrô com sintetizadores e letras ensolaradas sobre nostalgia e amor. No ano passado, Palomo voltou com o ótimo e surpreendentemente groovy Vega Intl. Night School, terceiro disco puxado pelos singles 'Annie', 'Slumlord' e 'The Glitzy Hive'.

Carne Doce e Ventre
Fundada pelo casal Salma Jô e Macloys em Goiânia, em 2013, o Caner Doce é uma das bandas mais representativas da atual cena de indie rock nacional, tingindo com psicodelismo um monte de vertentes que vai de indie-garagem à MPB nua e crua. Já a carioca Ventre – formada pela guitarra e voz de Gabriel Ventura, a bateria de Larissa Conforto e o baixo de Hugo Noguchi – lançou, no ano passado, o DVD e álbum ao vivo Ao vivo no Méier, uma comemoração em grande estilo ao primeiro ano de vida do disco homônimo. O trio de rock experimental é destaque na cena indie nacional principalmente pela sua intensa performance ao vivo e também pelo incrível álbum de estreia, de 2015.

Escrito por Time Out São Paulo editors
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