Suede - resenha do álbum 'Bloodsports'

Seguidores de David Bowie, os ingleses lançam álbum algumas semanas após a volta do mestre

Divulgação


Quando o Suede surgiu, em 1992, alguns aclamavam seus integrantes como os salvadores do indie britânico, enquanto outros simplesmente os descreveram como canastrões glam obcecados por David Bowie. É verdade que eles estão de volta apenas algumas semanas após o mestre, mas até mesmo o cético mais mordaz deve admitir que eles se definiram bem.

Bloodsports é um ótimo álbum e uma provocação que nos lembra da consistência do grupo. Livre de incursões sem sentido pelo rock ou pop melódicos, a banda de Brett Anderson continua sendo o que sempre foi: o glamour barato e decadente de Londres injetado na veia.

Embora o álbum progrida a partir do ruído bombástico da guitarra, em músicas como ‘Snowblind’, até a melancolia mais profunda de ‘Faultlines’, o Suede só mostra sua idade em um breve momento, na decadência presente em ‘Barriers’. Felizmente, eles ainda conseguem ser bons tanto numa casa noturna indie como nos alto-falantes de um carro.

Escrito por Oliver Keens
 

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