Guerrilheiras ou para a terra não há Desaparecidos

29-31 Jan

Elisa Mendes/Divulgação

Este evento terminou

Concebido pela atriz Gabriela Carneiro da Cunha a partir da história de 12 mulheres que lutaram e morreram em um dos mais importantes e violentos conflitos armados da ditadura militar brasileira, a Guerrilha do Araguaia, o espetáculo se desenvolve como um poema cênico por meio de um diálogo entre a ficção e o documentário.

Ocorrida entre os estados do Pará e Tocantins, na floresta amazônica, no período entre abril de 1972 e janeiro de 1975, a Guerrilha do Araguaia reuniu cerca de 70 pessoas, sendo dezessete mulheres, que saíram de diversas cidades do país para participar do movimento que pretendia derrubar a ditadura e tomar o poder cercando a cidade pelo campo.

“O tema está completamente alinhado com o momento atual do país. No ano passado foram os 50 anos do Golpe Militar, tem o trabalho da Comissão da Verdade e vimos as manifestações de junho detonarem um fluxo de pensamento e questionamentos sobre os rumos do Brasil, do movimento de ocupação dos estudantes secundaristas das escolas da rede pública do estado de São Paulo, tudo isso em um cenário político árido em termos de invenção e identidade. Não é por acaso que os artistas estão trazendo fortemente em linguagem poética essas questões em suas obras, conta Gabriela.

Serviço

SESC Belenzinho


Endereço Rua Padre Adelino, 1000

Belém, São Paulo

Estações próximas Belém

Telefone 2076-9700

Site de SESC Belenzinho

Preço de R$ 6 até R$ 20

Data 29-31 Jan

Horário de abertura Sex. e sáb., 21h30; dom., 18h30.

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